{"id":2479,"date":"2021-07-02T16:45:00","date_gmt":"2021-07-02T19:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/braziliando.com\/?p=2479"},"modified":"2021-07-02T16:56:09","modified_gmt":"2021-07-02T19:56:09","slug":"indigenas-lgbtqia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/braziliando.com\/en\/2021\/07\/02\/indigenas-lgbtqia\/","title":{"rendered":"Por uma luta mais diversa: ind\u00edgenas LGBTQIA+"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13-1024x1024.jpeg\" alt=\"Amor \u00e9 Amor\" class=\"wp-image-2481 size-full\" srcset=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13-160x160.jpeg 160w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13-600x600.jpeg 600w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13-300x300.jpeg 300w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13-150x150.jpeg 150w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13-768x768.jpeg 768w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13-12x12.jpeg 12w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.13.jpeg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p style=\"font-size:28px\">Ind\u00edgenas LGBTQIA+ vivem uma dupla exclus\u00e3o e, muitas vezes, s\u00e3o invisibilizados pela sociedade. Mas est\u00e3o ocupando as universidades, os museus, a ind\u00fastria da m\u00fasica e diversos outros espa\u00e7os em busca de respeito e reconhecimento. <\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"has-header-gradient-color has-text-color wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-header-gradient-color\">Semana do Orgulho LGBTQIA+ na BRDO<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Na \u00faltima segunda, dia 28 de junho, foi comemorado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. A Braziliando continua com sua programa\u00e7\u00e3o dedicada \u00e0 tem\u00e1tica, buscando contribuir com a valoriza\u00e7\u00e3o da diversidade e promover di\u00e1logos inclusivos. Voc\u00ea pode conferir outras a\u00e7\u00f5es clicando <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/brazilian.do\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">here<\/a> e conhecer o significado da sigla <a href=\"https:\/\/orientando.org\/o-que-significa-lgbtqiap\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">here<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>A comunidade LGBTQIA+ luta coletivamente em busca dos mesmos direitos: o direito de <strong>amar<\/strong> e de <strong>ser quem se \u00e9<\/strong>. Mas existem outras demandas dentro da comunidade, igualmente urgentes e necess\u00e1rias: mulheres que tamb\u00e9m lutam por igualdade de g\u00eanero, pessoas com defici\u00eancia que lutam por inclus\u00e3o e pessoas negras e ind\u00edgenas que tamb\u00e9m lutam pelo fim do racismo. <\/p>\n\n\n\n<p>Essas quest\u00f5es s\u00e3o somadas \u00e0 LGBTfobia e aumentam o sentimento de inseguran\u00e7a e a exclus\u00e3o dessas pessoas na sociedade. Por isso, precisamos enxergar a imensa diversidade de realidades e pessoas que comp\u00f5em a comunidade para uma luta realmente coletiva e plural, onde as individualidades de cada pessoa sejam respeitadas e celebradas.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" class=\"wp-block-cover__image-background wp-image-2483 lazyload\" alt=\"\" data-src=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.12-1-1024x576.jpeg\" data-object-fit=\"cover\" data-srcset=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.12-1-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.12-1-600x338.jpeg 600w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.12-1-300x169.jpeg 300w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.12-1-768x432.jpeg 768w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.12-1-16x9.jpeg 16w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-06-26-at-18.23.12-1.jpeg 1280w\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 1024px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 1024\/576;\" \/><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"has-text-align-right has-header-gradient-color has-text-color wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-header-gradient-color\">Vamos falar sobre ind\u00edgenas LGBTQIA+?<\/span><\/h2>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Para conhecermos um pouco destas outras lutas dentro do movimento, hoje falaremos sobre ind\u00edgenas LGBTQIA+. Voc\u00ea conhece ind\u00edgenas da comunidade? Voc\u00ea sabia que o primeiro caso registrado de homofobia brasileiro foi contra um ind\u00edgena? J\u00e1 pensou em como a pandemia afetou suas vidas?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"has-header-gradient-color has-text-color wp-block-heading\">Tibira<\/h3>\n\n\n\n<p>Sob o pretexto de \u201c<em>purificar a Terra do abomin\u00e1vel pecado da sodomia<\/em>\u201d, o ind\u00edgena Tibira foi o primeiro caso registrado de morte por homofobia no Brasil. Em 1614, o religioso franc\u00eas Yves d\u2019\u00c9vreux ordenou a pris\u00e3o, tortura e execu\u00e7\u00e3o de Tibira do Maranh\u00e3o, que pertencia a etnia Tupinamb\u00e1. Os ind\u00edgenas usam o termo &#8220;tibira&#8221; para se referirem a homens homossexuais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aos p\u00e9s do antigo Forte de S\u00e3o Lu\u00eds (MA), Tibira foi amarrado pela cintura \u00e0 boca de um canh\u00e3o e teve seu corpo destro\u00e7ado. A crueldade de seu assassinato tinha o objetivo de servir de exemplo para quem estivesse presente, j\u00e1 que l\u00edderes de outras etnias ind\u00edgenas foram convocados para assistirem sua execu\u00e7\u00e3o, e de eternizar a puni\u00e7\u00e3o, no livro \u201c<em>Hist\u00f3rias das Coisas Mais Memor\u00e1veis Acontecidas no Maranh\u00e3o nos Anos de 1613-1614<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem resgatou esta hist\u00f3ria e, hoje, luta para que ela ganhe mais visibilidade, foi o soci\u00f3logo, antrop\u00f3logo e ativista do movimento LGBTQIA+, Luiz Mott. <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/internacional-55462549\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Em 2014<\/a>, Mott publicou \u201c<em>S\u00e3o Tibira do Maranh\u00e3o \u2014 \u00cdndio Gay M\u00e1rtir<\/em>\u201d onde relata e contextualiza o caso, denunciando a imposi\u00e7\u00e3o cultural dos colonizadores aos povos origin\u00e1rios. Outro pesquisador que tamb\u00e9m aborda as consequ\u00eancias dessa imposi\u00e7\u00e3o, \u00e9 o antrop\u00f3logo Estev\u00e3o Fernandes em seu livro \u201c<em>Existe \u00cdndio Gay?: A Coloniza\u00e7\u00e3o das Sexualidades Ind\u00edgenas no Brasil<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"has-header-gradient-color has-text-color wp-block-heading\">A luta de jovens ind\u00edgenas LGBTQIA+<\/h3>\n\n\n\n<p>A diversidade ind\u00edgena \u00e9 muito maior do que imaginamos: s\u00e3o mais de 800 mil pessoas em todo pa\u00eds, de 305 diferentes etnias e falando 274 l\u00ednguas. Somada a esta riqueza cultural, existe uma infinidade de corpos, viv\u00eancias e identidades dentro deste grupo.<\/p>\n\n\n\n<p>A juventude ind\u00edgena vem buscado incluir na discuss\u00e3o as pautas de g\u00eanero e sexualidade, mesclando com as demandas hist\u00f3ricas de demarca\u00e7\u00e3o de terras e educa\u00e7\u00e3o. O objetivo \u00e9 ampliar a rede de prote\u00e7\u00e3o e apoio, trazendo ind\u00edgenas LGBTQIA+ para dentro do movimento e pessoas n\u00e3o-ind\u00edgenas integrantes da comunidade, como aliadas na luta ind\u00edgena.<\/p>\n\n\n\n<p>Unindo cinco etnias e jovens de sete estados, o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/indigenaslgbtq\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Coletivo Tibira<\/a> surgiu para afirmar a exist\u00eancia de LGBTQIA+ ind\u00edgenas nas aldeias e nas cidades.  O objetivo \u00e9 criar um espa\u00e7o seguro de discuss\u00e3o e acolhimento, orientando jovens ind\u00edgenas LGBTQIA+ e fortalecendo o movimento.<\/p>\n\n\n\n<p>A discrimina\u00e7\u00e3o pode acontecer dentro das pr\u00f3prias aldeias e, em muitos casos, falta representatividade. E quando v\u00e3o para centros urbanos \u2014 cursar uma universidade, por exemplo \u2014 tamb\u00e9m s\u00e3o alvos de preconceito. Tana\u00edra Silva, uma das criadoras do coletivo, <a href=\"https:\/\/hysteria.etc.br\/ler\/a-tradicao-e-a-ancestralidade-indigenas-aliadas-a-bandeira-lgbt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">defende<\/a> que \u201cos ind\u00edgenas que vivem no contexto urbano s\u00e3o atravessados por uma l\u00f3gica n\u00e3o ind\u00edgena, somos transpassados por racismo e desqualifica\u00e7\u00e3o, isso gera uma enorme dificuldade de se inserir\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"has-header-gradient-color has-text-color wp-block-heading\">Pandemia<\/h3>\n\n\n\n<p>De acordo com um <a href=\"https:\/\/static1.squarespace.com\/static\/5b310b91af2096e89a5bc1f5\/t\/5ef78351fb8ae15cc0e0b5a3\/1593279420604\/%5Bvote+lgbt+%2B+box1824%5D+diagno%CC%81stico+LGBT%2B+na+pandemia_completo.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estudo<\/a> feito pelo coletivo VoteLGBT e pela Box1824, um escrit\u00f3rio de cultura e inova\u00e7\u00e3o, sobre os impactos da pandemia na popula\u00e7\u00e3o LGBT+ brasileira, <strong>a popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena est\u00e1 entre os grupos mais vulner\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 COVID-19<\/strong>. O estudo contou com a participa\u00e7\u00e3o de 9 mil pessoas de todo Brasil e analisou os impactos na sa\u00fade emocional e na falta de fonte de renda, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro dado preocupante apontado pela pesquisa \u00e9 que a taxa de desemprego entre pessoas LGBTQIA+ foi quase o dobro da m\u00e9dia nacional registrada pelo IBGE, no primeiro trimestre deste ano. Cerca de 24% das pessoas entrevistadas perderam o emprego durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico indica algumas poss\u00edveis a\u00e7\u00f5es para transformar essa realidade. Entre as estrat\u00e9gias, est\u00e3o o fortalecimento das redes de apoio e a prioriza\u00e7\u00e3o de profissionais LGBT+ para trabalhos e oportunidades. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode conhecer e ajudar alguns projetos <a href=\"https:\/\/benfeitoria.com\/canal\/lgbt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">here<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"has-header-gradient-color has-text-color wp-block-heading\">Ind\u00edgenas LGBTQIA+ para conhecer<\/h3>\n\n\n\n<p>A imagem estereotipada de pessoas ind\u00edgenas v\u00eam se contrapondo \u00e0s muitas personalidades ind\u00edgenas atuais que usam sua voz para trazer mais visibilidade \u00e0s suas lutas. Seja na arte, na m\u00fasica, na educa\u00e7\u00e3o, na cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, podemos encontrar pessoas que est\u00e3o sendo resist\u00eancia e ocupando lugares muito importantes. Agora, vamos conhecer ind\u00edgenas LGBTQIA+ que est\u00e3o se destacando no cen\u00e1rio nacional.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"478\" height=\"597\" data-src=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-677.png\" alt=\"Ind\u00edgena LGBTQIA+: U\u00fdra, por Hick Duarte\" class=\"wp-image-2486 size-full lazyload\" data-srcset=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-677.png 478w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-677-240x300.png 240w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-677-10x12.png 10w\" data-sizes=\"(max-width: 478px) 100vw, 478px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 478px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 478\/597;\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Artista ind\u00edgena, bi\u00f3loga e educadora. Criada por Emerson Pontes, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/uyrasodoma\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">U\u00fdra<\/a> consegue unir as lutas LGBTQIA+ e ind\u00edgena ao debate da conserva\u00e7\u00e3o da natureza. Atualmente, participa de uma exposi\u00e7\u00e3o no Museu de Arte do Rio (<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/museudeartedorio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAR<\/a>) com a performance fotogr\u00e1fica intitulada \u201cA \u00daltima Floresta\u201d, onde denuncia o desmatamento e o desaparecimento de esp\u00e9cies bot\u00e2nicas. Emerson <a href=\"https:\/\/d.emtempo.com.br\/cultura\/308791\/artista-indigena-expoe-obra-no-museu-de-arte-do-rio\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">defende<\/a> \u201csou ind\u00edgena mesmo habitando a cidade e a contemporaneidade\u201d.<\/h5>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Foto: Hick Duarte<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"602\" height=\"597\" data-src=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-678.png\" alt=\"Ind\u00edgena LGBTQIA+: Yacun\u00e3 e seu desenho ao fundo\" class=\"wp-image-2487 size-full lazyload\" data-srcset=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-678.png 602w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-678-160x160.png 160w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-678-600x595.png 600w\" data-sizes=\"(max-width: 602px) 100vw, 602px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 602px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 602\/597;\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/yacunatuxa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Yacun\u00e3<\/a><\/strong> \u00e9 artista visual e uma das principais lideran\u00e7as em defesa da causa ind\u00edgena LGBTQIA+. A ativista, da etnia Tux\u00e1, tem um extenso portf\u00f3lio: foi uma das artistas da exposi\u00e7\u00e3o \u201c<em>V\u00e9xoa: n\u00f3s sabemos<\/em>\u201d, na Pinacoteca; tamb\u00e9m participou da exposi\u00e7\u00e3o coletiva e virtual \u201c<em>Amar, verbo transitivo<\/em>\u201d e da exposi\u00e7\u00e3o virtual \u201c<em>Um outro c\u00e9u<\/em>\u201d. Atrav\u00e9s de ilustra\u00e7\u00f5es, colagens e desenhos, Yacun\u00e3 come\u00e7ou a divulgar seu trabalho em suas redes sociais em 2019, falando sobre espiritualidade, mem\u00f3ria e sabedoria das anci\u00e3s de seu povo.<\/h5>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Instagram @yacunatuxa<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"600\" data-src=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-679.png\" alt=\"Ind\u00edgena LGBTQIA+: Victor Reiz com folhas ao fundo\" class=\"wp-image-2489 size-full lazyload\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 480px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 480\/600;\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Victor Reiz, ou <strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/victorreiz\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">INDIO<\/a><\/strong>, \u00e9 diretor criativo, fot\u00f3grafo e designer. J\u00e1 trabalhou em diversas produ\u00e7\u00f5es de projetos audiovisuais e com nomes importantes para a comunidade LGBTQIA+, como a drag Gloria Groove (<em>A Caminhada<\/em> and <em>Bonekinha<\/em>), Iza (<em>Gueto<\/em> and <em>Let Me Be The One<\/em>) e Gaby Amarantos (<em>V\u00eanus em Escorpi\u00e3o<\/em>). Victor tamb\u00e9m \u00e9 um dos respons\u00e1veis pelo Coletivo Tibira.<\/h5>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Instagram @victorreiz<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"600\" data-src=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-680.png\" alt=\"Ind\u00edgena LGBTQIA+: La\u00eds Eduarda Tupinamb\u00e1 por Rayhata\" class=\"wp-image-2490 size-full lazyload\" data-srcset=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-680.png 480w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-680-240x300.png 240w, https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-680-10x12.png 10w\" data-sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 480px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 480\/600;\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/laiseduardatupinamba\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">La\u00eds<\/a><\/strong> Eduarda Tupinamb\u00e1 \u00e9 ativista dos direitos das mulheres ind\u00edgenas e estudante de Humanidades na UFSB. Do povo Tupinamb\u00e1 de Oliven\u00e7a, La\u00eds atua na gest\u00e3o da Rede pelas Mulheres Ind\u00edgenas, projeto que busca melhorar a realidade de mulheres ind\u00edgenas do Nordeste, e \u00e9 colaboradora no Projeto <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/papodeindio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Papo de \u00cdndio<\/a>, canal que discute g\u00eanero, diversidade e sexualidade ind\u00edgena.<\/h5>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Foto: Rayhata<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<div class=\"wp-block-group alignwide\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"598\" data-src=\"https:\/\/braziliando.com\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ScreenHunter-681.png\" alt=\"Ind\u00edgena LGBTQIA+: Kat\u00fa Mirim por Rodolfo Magalh\u00e3es\" class=\"wp-image-2496 size-full lazyload\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 480px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 480\/598;\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/katumirim\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kat\u00fa<\/a><\/strong> \u00e9 atriz, rapper e fundadora do portal <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/visibilidadeindigena\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Visibilidade Ind\u00edgena<\/a>. Atrav\u00e9s das redes sociais, Kat\u00fa Mirim conta sua jornada em busca de si mesma e suas ra\u00edzes. Filha de aldeia e quilombo, resist\u00eancia ind\u00edgena na periferia, suas m\u00fasicas falam de sua vida, da retomada de identidade, mem\u00f3ria, racismo, g\u00eanero, espiritualidade e do todo que a faz ser quem \u00e9. Em 2021, criou a tag #Indigenasjobs com o intuito de promover uma ponte entre ind\u00edgenas e o mercado de trabalho.<\/h5>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Foto: Rodolfo Magalh\u00e3es<\/p>\n\n\n\n<p>Estas pessoas s\u00e3o apenas alguns exemplos de ind\u00edgenas LGBTQIA+ que est\u00e3o ocupando diversos espa\u00e7os e levando ambas as pautas para sociedade atrav\u00e9s de seus trabalhos. S\u00e3o pessoas que lutam diariamente contra o preconceito e que ajudam a construir uma sociedade mais diversa e inclusiva. A popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena faz parte da hist\u00f3ria do Brasil e hoje voc\u00ea descobriu que faz parte da hist\u00f3ria do movimento LGBTQIA+ tamb\u00e9m.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-default\"\/>\n\n\n\n<p>Tem interesse em se conectar com a cultura ind\u00edgena? Conhecer suas hist\u00f3rias, sua gastronomia e artesanato? Conhe\u00e7a os <a href=\"https:\/\/braziliando.com\/en\/experiencias\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ind\u00edgenas Bar\u00e9<\/a> de uma forma imersiva, interativa e online. Vamos continuar apoiando comunidades tradicionais, atrav\u00e9s da valoriza\u00e7\u00e3o cultural e da gera\u00e7\u00e3o de renda.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ind\u00edgenas LGBTQIA+ vivem uma dupla exclus\u00e3o e, muitas vezes, s\u00e3o invisibilizados pela sociedade. Entretanto, est\u00e3o ocupando universidades, museus, a ind\u00fastria da m\u00fasica e diversos outros espa\u00e7os. 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