Amazônia Baré

Parta por conta própria ou com seus acompanhantes e se hospede em um vilarejo na beira do rio, rodeado pela natureza, crie uma verdadeira conexão com quem nasceu e cresceu na floresta, descubra seus costumes e sinta as delícias e desafios de viver na Amazônia!

Os roteiros incluem

Hospedagem tradicional em casa de família

Atividades de descoberta descritas no roteiro

Café da manhã, almoço, lanche e jantar durante o período do roteiro

Taxa de contribuição comunitária

Manual digital e check-list de viagem

Comunidade

Você vai vivenciar o dia-a-dia de comunidade ribeirinha da etnia Baré onde vivem cerca de 40 famílias. Muitos vivem do artesanato, da pesca e do roçado.

Destino

Você vai se hospedar no coração da Amazônia, dentro de uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável. O aeroporto mais próximo é o de Manaus (AM) e de lá até a comunidade só existe um caminho: o rio.

Acolhimento

Você vai dormir na casa de uma família local. Hoje, são 2 quartos para os viajantes, um com cama de casal e outro, de solteiro.

Alimentação

Você vai provar a comida regional preparada pelas mãos habilidosas dos anfitriões. Saboreie as delícias típicas como bolo de macaxeira, banana frita, beiju e tucumã.

Informações importantes

Diferente da expedição em grupo, não há datas pré-determinadas para a Amazônia Baré. Você pode embarcar em qualquer época, verificada a disponibilidade da comunidade.

O transporte para ir e retornar da comunidade, que não é um serviço operado nem comercializado pela Braziliando, pode ser feito de barco de linha ou de lancha:

  • Barco recreio: O barco de linha custa cerca de R$35,00 por passageiro e por trecho. O percurso diurno costuma durar de 6 a 8 horas e o noturno aproximadamente 11 horas. Se optar por ir para a comunidade e/ou retornar para Manaus de barco de linha, um anfitrião irá emprestar uma rede e acompanhar você durante todo o trajeto. 
  • Lancha: O percurso de lancha costuma levar cerca de 2 a 3 horas. O custo varia, de acordo com o número de passageiros e o tipo da lancha, por exemplo, e deverá ser verificado na época da vivência. Apenas para se ter uma ideia, já foi informado o valor de R$800,00 para uma pessoa e de R$1.200,00 para grupo de até 5 pessoas, por trecho. Contudo, para se assegurar dos valores cobrados, para saber as condições de transporte e para fretar a lancha, é preciso entrar em contato diretamente com os prestadores deste serviço na região. Se quiser, podemos passar alguns contatos. Caso queira a companhia de um anfitrião durante o percurso de lancha, lembre-se de considerá-lo como passageiro no cálculo do valor final, já que esse custo não está incluso no valor do roteiro.

  • Tenha em mente que tudo é muito simples e que a comunidade ribeirinha não possui a estrutura das cidades, o que torna essa vivência tão genuína e transformadora.
  • Para confirmarmos a reserva, é necessário apresentar certificado de vacinação contra COVID-19.

Atividades

Atividades de descoberta

Realize diferentes atividades para vivenciar o dia-a-dia amazônico, conhecer mais sobre os costumes locais e se conectar à natureza. 

Visita à Comunidade

Conheça, com o seu condutor o centro comunitário, a escola indígena, o roçado, a casa de farinha, o campo de futebol e cada cantinho especial do lugar onde viverá esses dias.

Canoagem

Navegue de canoa a remo pelo rio, ouça os sons da floresta e observe a vida aquática durante o pôr-do-sol. Na cheia, dá até para passear pelos encantadores igapós (floresta alagada).

Trilha na floresta

Se aventure pela selva, se conecte com a natureza e descubra como os nativos utilizam as plantas e frutos da região, seja para fins medicinais, para a produção artesanal ou alimento.

Manejo da biodiversidade

Conheça o trabalho de monitoramento de quelônios (bichos de casco) realizado pelos comunitários e aprenda sobre a importância de sua preservação.

Prosa na casa de farinha

Em uma conversa descontraída com as farinheiras descubra como a mandioca se transforma na famosa farinha usada no dia-a-dia amazônico e aproveite para mexer a farinha no grande forno artesanal.

Oficina de artesanato

Com a monitoria de um habilidoso artesão, capriche na produção da sua própria peça, que você levará para casa de presente.

Saberes ancestrais

Cuidando da floresta e das pessoas, o pajé carrega os conhecimentos de seus antepassados. As plantas da floresta, por exemplo, ganham incontáveis usos em suas mãos.

Se animou?

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Parceiros locais

Se mudou de Santa Isabel do Rio Negro (norte do Amazonas) nos anos 90 para se instalar com sua família no Baixo Rio Negro. Além de realizar as funções de liderança na comunidade, é agente de saúde e cuida do postinho.

José

Cacique e líder da comunidade

FIlho do José, Jua foi gestor e professor da escola indígena e hoje apoia o pai na liderança política da comunidade. Recentemente, concluiu a graduação em Biologia pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Joarlison

Vice Líder

Esse habilidoso artesão é também o anfitrião de nossos viajantes na experiência de Turismo de Base Comunitária. O Walmir está sempre por perto e dando o seu máximo para que cada um se sinta bem e acolhido na comunidade.

Walmir

Anfitrião

Esposa do Walmir e mãe de 4 filhos encantadores, aprendeu com a mãe a fazer artesanato. Além de estar sempre com esse sorrisão no rosto, faz um bolinho de tapioca de dar água na boca e cuida de nossos viajantes com muito carinho.

Juliana

Anfitriã e cozinheira

Um doce de mulher e mestre no roçado, adora conversar com os viajantes durante a Farinhada. Já aposentada, continua trabalhando no roçado e gosta de fazer a própria farinha em vez de comprá-la pronta. Por isso, acorda cedo pra pegar a mandioca na roça e processá-la. Nunca viu o mar, não gosta da cidade e é cheia de orgulho da sua cultura. 

Dona Arlete

Farinheira

Também conhecida por seu nome indígena Tikira, é uma mulher forte e doce, de riso contagiante e sabedoria ímpar. Adora prosear enquanto passa para os viajantes toda a sua sabedoria na produção da farinha de mandioca.

Dona Sônia

Farinheira

Manja tudo da flora e da fauna local! É o nosso guardião na mata e fonte de sabedoria e aprendizados na trilha pela floresta. Seu vasto conhecimento das plantas o permite identificar aquelas que são apropriadas para uso medicinal, para fazer cobertura para as casas, para roupas típicas e até as que servem como repelente natural.

Cristiano

Condutor da trilha

Filho do cacique, tem uma grande conexão com a floresta! Inclusive, um dos hobbies preferidos dele, que foi fotógrafo do exército por um ano, é ir sozinho para o meio dos igapós e ficar horas por lá fotografando pássaros.

José

Canoeiro

Perguntas Frequentes

Telefone não. Celulares convencionais e rede 3G/4G não funcionam em grande parte da floresta. É possível acessar a internet em alguns momentos, mas você vai ver como é maravilhoso ficar por alguns dias conectado à natureza e às pessoas ao seu redor! 

Por precaução, recomendamos que o vôo de ida tenha previsão para chegada em Manaus com uma antecedência mínima de um dia do início do roteiro e o voo de saída de Manaus seja pelo menos um dia depois da data prevista para sua chegada em Manaus, após retorno da comunidade.

Quando a sua experiência for confirmada, enviaremos para o seu e-mail um manual de viagem, onde você terá uma lista do que levar e outras informações. importantes. Leia o manual com bastante atenção! 

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) exige o certificado de vacinação contra a COVID-19. O Ministério da Saúde recomenda, para quem visita a região, a vacinação contra febre amarela, que deve ser tomada pelo menos dez dias antes da entrada no Amazonas. Para saber da necessidade de tomar outras vacinas e se está em boas condições de saúde para participar dessa experiência, consulte seu médico. 

Não. Contudo, iremos compartilhar através do nosso manual de viagem alternativas de hospedagem e de experiências que curtimos bastante na região. se sua agenda permitir, recomendamos que passe alguns dias na cidade 🙂

Somente acompanhado de um dos pais ou responsável legal. 

Como a interação com animais em atividades turísticas muitas vezes é feita sem o devido controle, apresentando riscos para os viajantes e para a vida silvestre, a Braziliando não inclui atividades com interação animal nos roteiros e nem recomendamos que os viajantes a realizem. Nossos viajantes se hospedam no coração da floresta e podem ter a oportunidade de observar os animais livres na natureza, em seu habitat natural. Viajantes anteriores já viram botos durante a canoagem, jacarés durante a travessia de barco, araras e papagaios retornando a suas casas no fim do dia e animais de diferentes espécies durante a trilha na floresta. Caso queira saber um pouco mais sobre essa questão, recomendamos a leitura dessa reportagem do National Geographic. 

É evidente que há riscos, como a possível presença de animais perigosos, correntezas e eventos climáticos. Mas você será conduzido pelos locais, que conhecem a fundo a região e tomarão as precauções necessárias para que você curta a sua experiência com segurança. 

Recomendamos a contratação de um seguro de saúde/viagem para todo o período do roteiro, que inclua cobertura de atividades de aventura. O seguro deve ser adquirido junto a empresas especializadas no ramo e a sua apólice deve ser encaminhada por e-mail para a Braziliando antes da data de início do roteiro.

Em respeito aos costumes locais e para evitar que sua experiência gere impactos negativos às comunidades, você deve se abster de todo tipo de intoxicante. No nosso manual de conduta você vai encontrar as orientações para que tenha uma experiência harmônica com a natureza e com os comunitários. 

A hospedagem se dará na casa de uma família local, localizada em uma comunidade ribeirinha na floresta amazônica. Tenha em mente que a comunidade se localiza em uma área rural, que não possui a mesma infraestrutura das cidades. O quarto dos hóspedes é bastante simples e conta com uma cama de casal (com mosquiteiro) e redes. O chuveiro não possui água aquecida (mas a temperatura amazônica costuma ser elevada). Embora contem com gerador, que é ligado em alguns períodos do dia e da noite, a comunidade pode ficar sem energia se ele estiver com problema. Celulares convencionais e rede 3G/4G não funcionam em grande parte da floresta e o wi-fi é restrito. Conecte-se apenas consigo mesmo, com as pessoas ao seu redor e com a natureza!

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