Green Friday: repensar e recriar a Black Friday!

Os descontos da Black Friday costumam ser tentadores, mas já pararam para refletir que essa data costuma ser sinônimo de descontrole e desperdício? Para reverter esse cenário surgiu a Green Friday! Podemos economizar, sim, mas consumindo de forma responsável e gerando transformações positivas. Para isso, confira o movimento Semana Verde da Braziliando!

Trocar a Black Friday pela Green Friday

A Black Friday é um evento comercial que surgiu nos Estados Unidos, a partir da década de 1980.

Conhecida pelos descontos estratosféricos concedidos pelos comerciantes, a Black Friday acontece na última sexta-feira de novembro, logo após o feriado de Thanksgiving (Ação de Graças) nos EUA.

Com a popularização do evento a partir dos anos 2000, outros países começaram a aderir à Black Friday no calendário anual, como o Brasil, que promove o evento desde 2010.

Mas acreditamos que devemos tirar a Black Friday do calendário, substituir a data pela Green Friday. Assim, podemos repensar nossos hábitos de compra e disseminar o consumo consciente e responsável!

Qual o custo da economia?

Um dos problemas da Black Friday é o consumo desenfreado e irresponsável.

O consumismo faz muitas pessoas comprarem por impulso e não pela real necessidade de um produto. Além disso, a data impõe uma certa urgência (expressões como “apenas nesta sexta”, “última chance”, “desconto imperdível” são comuns), criando um cenário de filas enormes e disputas. Essa pressão acaba contribuindo para que não haja uma devida reflexão no ato da compra.

Do outro lado, as empresas investem em um marketing agressivo para convencer as pessoas de que elas precisam comprar. E as indústrias oferecem produtos com vida útil cada vez menor (a chamada obsolescência programada).

Consumo consciente

É importante considerar que para um imenso grupo de pessoas, o consumo consciente e responsável não é uma escolha. Para elas, as decisões de compras são pautadas pelo que se tem acesso, o que é possível comprar.

Contudo, quando temos a oportunidade de optar por produtos sustentáveis, como os biodegradáveis, orgânicos, duráveis e feitos através de uma cadeia produtiva responsável, é nosso dever priorizá-los.

Que tal trocar o imediatismo e pensar em como podemos contribuir para que outras pessoas também se sintam realizadas? Evitar a compra por impulso e refletir sobre a origem do produto e as pessoas responsáveis por sua produção? Se questionar de onde vem a matéria-prima usada na produção? Qual a destinação dos resíduos de sua fabricação? Para onde vão esses produtos quando sua vida útil chega ao fim? O propósito da Green Friday é nos fazer refletir sobre essas questões!

E que tal promovermos a mudança que queremos ver no mundo para além do consumo? É necessário refletirmos sobre nosso papel e sobre as responsabilidade das nossas escolhas. Podemos gerar transformações positivas também através do nosso trabalho, nossa disponibilidade e escuta, tendo mais empatia, nos engajando nos movimentos que vão contra o rápido, agressivo, padronizado e explorador.

Semana Verde

Indo contra a corrente da Black Friday, decidimos aderir à Green Friday (Sexta-feira Verde) e, inclusive, expandi-la para nossa Semana Verde (Green Week). Nosso objetivo é trazer uma importante reflexão sobre o consumismo e difundir o consumo consciente e responsável.

Nós da Braziliando acreditamos que a felicidade está nos momentos que compartilhamos, nos aprendizados, nas trocas sinceras, na descoberta de uma outra cultura ou na vivência de uma forma de viver diferente da nossa.

Investir nosso dinheiro em experiências transformadoras, como as vivências da Braziliando, é uma ótima forma de trocar o “consumo pelo consumo” por experiências de vida que expandem nossa visão de mundo, geram conexão, marcam nossa alma e coração e, ainda, geram impacto socioambiental positivo.

Por isso, temos um presente pra você, consumidor consciente que também valoriza experiências de vida! Estamos oferecendo 10% de desconto nas reservas da nossa imersão Amazônia Baré realizadas entre o dia 25/11/2022 e o dia 01/12/2022. Importante: a viagem deve ser iniciada antes do dia 30/06/2023.

Mas para as pessoas inscritas na nossa lista de e-mails, o prazo de realização da viagem é estendido até 30/11/2023! Cadastre-se na nossa nossa Newsletter antes do prazo de reserva promocional para contar com essa condição especial! Quem assina a nossa lista, fica também sabendo em primeira mão das novidades da Braziliando e das nossas vivências, podendo, inclusive, co-construí-las. E, ainda, recebe informações sobre sobre sustentabilidade, turismo responsável e descontos exclusivos.

Vida verde

Para as pessoas que querem se inspirar em um modo de vida mais conectado com a natureza e baseado em valores como a simplicidade, a comunidade e a harmonia, a vivência Amazônia Baré pode contribuir com essa transformação.

Na aldeia, você vive outro ritmo e realiza atividades do cotidiano dos comunitários. Anfitriões indígenas da etnia Baré são os protagonistas da vivência e quem conduz o viajante, mostrando um pouco do modo de vida na floresta. 

Além disso, buscamos reduzir os impactos ambientais. Para isso, compartilhamos com nossos viajantes um código de conduta e um manual de viagem para uma imersão mais respeitosa e responsável. 

Por fim, buscamos gerar renda e oportunidade para a comunidade indígena e ribeirinha. Nesse sentido, a remuneração é definida em conjunto com a comunidade e mesmo quem não trabalha diretamente com o turismo pode se beneficiar. Isso acontece tanto pela parcela do valor arrecadado que vai pro caixa comunitário e, também, através da renda indireta gerada pelo turismo sustentável

Entre em contato pelo e-mail discover@braziliando.com e vamos promover a mudança que queremos ver no mundo!

Turismo sustentável na Amazônia: vantagens e como ir

O turismo sustentável pode trazer vários benefícios para a população local. Além da preocupação com o meio ambiente, quem viaja buscando a sustentabilidade também contribui para a geração de renda e melhoria da qualidade de vida das pessoas. Veja abaixo algumas vantagens que separamos e descubra como fazer turismo sustentável na Amazônia!

Trocas autênticas

O turismo sustentável valoriza o cotidiano, a simplicidade e a vizinhança. A cultura local é protagonista e é vivida intimamente, através da troca e da partilha. Respeitando o tempo da comunidade e criando conexões verdadeiras, o viajante participa do dia a dia local.

Almoço com a comunidade (Fotógrafa: Marcivania Melo, indígena Baré)

Na experiência Amazônia Baré, você se hospeda na casa de uma família local e vivencia por alguns dias a rotina na floresta. Você aprende com as tradições e saberes originários, prova a deliciosa culinária Baré e acompanha processos e práticas cotidianas e ancestrais.

Na Conexão Baré, os viajantes virtuais conhecem a cultura Baré através de uma plataforma de videochamada e podem interagir diretamente com os comunitários. A imersão começa dias antes do “embarque”, com diversos materiais que preparam (e, às vezes, introduzem) os participantes sobre aspectos da vida indígena.

Dividir para multiplicar

Artesanato
Artesanato da comunidade Nova Esperança (Fotógrafa: Nathália Segato)

O turismo sustentável também distribui a renda e as oportunidades. Além de beneficiar quem está diretamente envolvido com a atividade, moradores que produzem outros produtos e realizam outras práticas também podem colher os frutos do turismo.

Na vivência presencial, por exemplo, a rede de apoio é bem diversa. Comunitários que cultivam o roçado, que pescam ou que produzem artefatos advindos da floresta, também participam dos ganhos, assim como pessoas de outras comunidades, como os pilotos de lancha e outros produtores. O grupo de artesãos local se beneficia com a chegada de viajantes, através da realização de oficinas e da exposição das peças.

Mantendo a floresta em pé

A preocupação ambiental também é uma característica do turismo sustentável. Sendo assim, o lixo produzido na viagem e a exploração animal, que muitas vezes serve de entretenimento no turismo convencional, são fatores importantes a serem levados em conta.

Quelônios (bichos de casco) sobre a grama
Quelônios do projeto de monitoramento da biodiversidade realizado na comunidade (Fotógrafa: Tereza Taranto)

A Braziliando assumiu um compromisso com a World Animal Protection de proteção ao bem estar animal, não vendendo, oferecendo ou promovendo empreendimentos ou atividades em que os animais silvestres
são disponibilizados para o entretenimento dos turistas.

Além disso, na viagem online há uma redução da emissão de gás carbônico (já que não envolve deslocamento aéreo nem terrestre) e dos resíduos. Já na Amazônia Baré, o viajante recebe um manual com orientações de como ser mais responsável em sua vivência amazônica.

Coletividade

A sustentabilidade é uma preocupação coletiva. Portanto, estabelecer parcerias no turismo é fundamental para ampliarmos e facilitarmos o acesso aos seus benefícios. Por exemplo, nas parcerias com outras instituições e agências, é essencial que elas estejam alinhadas com o propósito da comunidade e comprometidas em ter uma atuação responsável.

Expedição “Amazoniando”, realizada em outubro de 2017.

A Braziliando tem um compromisso em gerar transformações positivas. Por isso, acreditamos que é possível quebrar estereótipos e promover, através do turismo, a mudança que queremos ver no mundo. Saiba mais sobre nossa atuação aqui.

Valorização cultural

Prosa na Casa de Farinha
Processo de produção da farinha de mandioca – Fotógrafa: Nathália Segato

O turismo sustentável evidencia a cultura local e procura contribuir para sua preservação. Logo, a comunidade deve ser protagonista e o turismo um aliado na melhoria da sua qualidade de vida.

Agora você já sabe as vantagens de praticar o turismo de forma sustentável. Embarque nas vivências da Braziliando e gere oportunidades para comunidades indígenas e ribeirinhas, valorize suas culturas e preserve o meio ambiente, através do turismo sustentável na Amazônia.

Conexão Baré: viagem online para Amazônia

Conexão Baré: viagem online para a Amazônia

No ano passado, compartilhamos as medidas que adotamos para garantir a segurança de nossos parceiros indígenas da etnia Baré e de viajantes. Em meio à crise, co-criamos com a comunidade uma viagem online para que as pessoas pudessem conhecer sua cultura e seu cotidiano e pudéssemos continuar apoiando e valorizando os povos da Amazônia. Conheça a Conexão Baré!

Imagem da entrada da comunidade, sob a perspectiva de quem olha de dentro dela, com algumas árvores e o rio. Ao fundo, o pôr do sol reflete nas águas do rio.
Foto: Luísa Ferreira

Motivação

Mesmo com as viagens presenciais suspensas desde março de 2020, mantivemos o contato com os representantes da aldeia, que vinham compartilhando conosco os desafios surgidos (ou acentuados) pela pandemia. 

Além da dificuldade de acesso à alimentação e serviços de saúde, outro forte impacto foi na economia da aldeia. Com a paralisação do turismo e a diminuição da venda dos artesanatos, as famílias estavam tendo dificuldades em complementar suas rendas.

Com muita reflexão e colaboração, buscamos soluções para apoiá-los e mantermos a Braziliando em operação. Como vocês sabem, somos um negócio de impacto social que tem como missão promover transformações positivas através de experiências autênticas e responsáveis.

Dentre as várias ideias e projetos que emergiram de nossas conversas, decidimos priorizar o desenvolvimento do Turismo de Base Comunitária (TBC) no formato online, para seguirmos apoiando a comunidade através da geração de renda e da valorização cultural. 

Desta forma, co-criamos com a comunidade a Conexão Baré: uma viagem imersiva, interativa e online que conecta os viajantes da Braziliando com o povo Baré da Amazônia. 

Conexão Baré

Imagem mostra um computador ao centro com a imagem de um comunitário indígena entre algumas árvores da aldeia. Ao fundo do computador há uma janela aberta exibindo as folhas das árvores.

Nesta experiência, o viajante virtual tem a possibilidade de visitar diferentes espaços da aldeia e participar de várias atividades do dia a dia local, para imergir na realidade de uma comunidade ribeirinha amazônica. 

Através dela é possível, por exemplo, descobrir sobre o processo de confecção do artesanato, se encantar com as receitas típicas de dar água na boca, conhecer a biblioteca comunitária e aprender a produzir um grafismo indígena.

Pensando em tornar a Conexão Baré mais próxima de uma experiência de viagem, o participante é teletransportado para a realidade local através de materiais de imersão cultural e conteúdos sobre a vida indígena, cuidadosamente preparados pela equipe da Braziliando junto à comunidade. 

Além disso, sendo realizada através de uma conexão ao vivo, existe a possibilidade de interações em tempo real! Os participantes podem fazer perguntas para os diferentes anfitriões que nos acompanham durante a vivência a fim de conhecer mais sobre a comunidade indígena amazônica e esse estilo de vida tão particular.

Colhendo os frutos: um ano de Conexão Baré

Após um ano realizando a vivência, percebemos que essa semente plantada na pandemia vem dando muitos frutos. A viagem online vem gerando impacto positivo tanto para os comunitários quanto para os viajantes e rompendo barreiras.

Inclusão

Procuramos tornar nossa experiência o mais acessível e inclusiva possível. Já contamos, por exemplo, com a participação de cadeirantes e de pessoas com deficiência visual e auditiva, que vêm contribuindo, através de suas sugestões, para que a vivência se torne mais adaptada. 

Além disso, lançamos o Passaporte Inclusivo buscando possibilitar que pessoas que não tenham condição de arcar com o valor sugerido possam vivenciar essa experiência autêntica e transformadora na Amazônia.

Educação

A Conexão Baré possibilita também levarmos às escolas e universidades um formato de ensino mais dinâmico e conectado com a realidade indígena, possibilitando a quebra de estereótipos e troca de conhecimentos. Já promovemos a experiência para instituições de ensino do Brasil e do exterior, como a Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, a Universidade de St. Gallen (Suíça) e a Universidade do Colorado (EUA). 

Inclusive, além de participantes de 16 estados brasileiros, tivemos viajantes de Moçambique, Alemanha, Portugal, França e diversos outros países nas experiências abertas ao público. Quando necessário, essas vivências são realizadas no formato bilíngue. Desta forma, a cultura do povo Baré está sendo disseminada por todo o globo.

Valorização

Falando em cultura, a viagem online tem contribuído para o resgate e fortalecimento cultural na comunidade. Também tem atraído cada vez mais comunitários para o turismo, sejam eles mais jovens, de mais idade, homens ou mulheres.

O pajé, por exemplo, tem compartilhado seus saberes ancestrais com os viajantes, a juventude tem se envolvido nas atividades da Uka (biblioteca da comunidade) e do artesanato, já a anciã tem apresentado seus dons culinários se comunicando inclusive no idioma indígena dos Baré, o Nheengatu.

Ao longo deste ano, foram 15 viagens online realizadas, gerando mais de R$10 mil em renda para a comunidade. Tanto o valor sugerido pela vivência, quanto o faturamento mínimo e a forma de distribuição da renda foram definidos em conjunto com a comunidade, de forma que fosse justo para todos os envolvidos. 

Transformação

O comunitário Joarlison Garrido compartilhou:

“Fazendo uma reflexão, mesmo com todos os desafios da pandemia na saúde, na educação e na economia, eu falo que o Baré estava “on”, porque surgiu a Conexão Baré. Hoje, nós trabalhamos essa iniciativa que a cada dia nos traz mais aprendizado e tem impactado na receita da própria comunidade e ajuda as famílias”. 

Ele conta que a vivência gerou mais reconhecimento para o artesanato local e causou um efeito cascata, incentivando o conhecimento dos artesãos e as vendas.

“É importante compartilhar, é possível fazer o turismo de forma virtual no meio da floresta, desenvolver, inovar e de fato concretizar a sustentabilidade para os povos que vivem na floresta.”

Nossos viajantes também compartilharam um pouco de seus sentimentos após participarem da Conexão Baré.

A Conexão Baré tem um nome realmente apropriado, pois foi uma experiência de muita conexão. […] por mais que a visita tenha sido virtual, me permitiu quase sentir o cheiro da comida e o calor do sol que vinha da comunidade.

Letícia Lopes

Uma viagem muito interessante, uma experiência inesquecível. Uma forma de conhecer outros povos, outras culturas. É interessante perceber como num local tão longínquo há tantas coisas que nos unem.

Ana Paula Pimentel

Surpreendente. Usar tecnologia com tamanha criatividade e sensibilidade foi algo encantador. Não podia imaginar o impacto que isso causaria em mim. […] Momento único.

Cristiane Barroncas

Ficou com vontade de conhecer o povo Baré e embarcar na próxima vivência? Então, preencha aqui a ficha de interesse e receba em primeira mão as informações da próxima viagem online assim que tivermos um novo embarque.

Imagem mostrando o rio, com água escura, e ao fundo a comunidade. Além de algumas construções, é possível ver algumas árvores e o céu azul.
Vista da Comunidade Nova Esperança

Diretrizes do turismo sustentável

Diretrizes do turismo sustentável: entenda!

Frequentemente, quando viajamos, respeitamos um regulamento sem realmente entender a sua origem e as razões de sua existência. Algumas regras podem parecer triviais, mas são responsáveis por garantir o respeito e a sustentabilidade, que há muito estão ameaçados. Essas precauções são ainda mais importantes em visitas a comunidades tradicionais, como a indígena e ribeirinha que recebe os viajantes da BraziliandoConfira a seguir 7 diretrizes do turismo sustentável e comunitário, explicadas e dissecadas, para que não sejam mais desprezadas!

1. Não interaja com animais silvestres 🐍🐊🦥

Para uma viagem ser sustentável, é necessário que possa se reproduzir ao longo do tempo sem afetar o ecossistema em que é realizada. Uma viagem responsável exige a responsabilidade do operador turístico, que não deve envolver o viajante em atividades prejudiciais à natureza, e também do viajante, que deve se privar de alimentar ou acariciar animais, por exemplo.

2. Valorize a produção local 🇧🇷

Prefira adquirir suas lembranças de viagem diretamente de artesãos locais. Desta forma, não só você parte com uma recordação única, especial e cheia de significado, mas também ajuda a comunidade, mantendo viva a sua arte e fortalecendo sua economia.

Artesanato
Artesanato da aldeia Baré parceira da Braziliando. Foto por Nathália Segato.

3. Não faça uso de álcool, cigarro e outros intoxicantes 🚭

Entorpecentes podem interferir na sua experiência e prejudicar a comunidade, uma vez que atos inconscientes podem gerar acidentes e consequências indesejadas. Além disso, as drogas podem ter um impacto negativo e um efeito de longo prazo, gerando vícios e maus comportamentos entre os comunitários.

4. Opte por viagens mais longas e viaje em pequenos grupos 🛤️

É preciso tempo para se conectar com as pessoas, conhecer de verdade o destino e mergulhar em uma nova realidade. Portanto, para ter uma vivência autêntica, se planeje para uma viagem com tempo suficiente para uma real imersão. Além disso, prefira viajar em pequenos grupos para garantir uma maior conexão com outros viajantes e com os anfitriões. Essa atitude também ajuda a mitigar os impactos negativos do turismo de massa.

5. Peça permissão antes de bater fotos 📸📸📸

Se coloque no lugar do outro! Provavelmente você se sentiria mais confortável dando seu consentimento antes de ser fotografado e preferiria conhecer a pessoa por trás da câmera e saber o que pretende fazer com a foto antes de dar sua permissão, certo? Por isso, além de sempre pedir autorização (seja para um adulto ou para os pais das crianças), aproveite a oportunidade para se apresentar e conhecer melhor a pessoa que quer retratar.

6. Vista-se apropriadamente 👚

Entenda como as pessoas costumam se vestir no destino para não desrespeitar os costumes locais e criar barreiras e conflitos. Se estiver se aventurando na floresta, por exemplo, primeiramente opte por praticidade em vez de estilo. Além disso, tenha em mente que a simplicidade é uma marca de respeito e humildade.

Cristiano, morador da comunidade, conduzindo viajantes na trilha pela floresta. Foto por Nathália Segato.

7. Respeite a cultura e as tradições locais 🌚🌝

Sabendo que as necessidades e o estilo de vida são diferentes, esteja disposto a adotar o modo de vida local, mesmo que isso signifique se privar de coisas que fazem parte da sua sociedade. Além disso, evite comparações diretas ou indiretas entre as duas sociedades. Se gabar do seu estilo de vida pode gerar inveja e frustração. Da mesma forma, elogiar excessivamente a vida dos habitantes locais pode ser reducionista e desconsiderar os problemas e desafios sociais inerentes à região.

Aí estão algumas diretrizes do turismo sustentável e informações que podem ajudá-lo a entender melhor o porquê de alguns códigos de conduta! 

De um modo geral, o turismo comunitário e sustentável visa a criar uma experiência autêntica, diferente das formas tradicionais do turismo de massa. Não mais turistas, mas viajantes, aqueles que procuram uma experiência como a da Braziliando entendem a importância de se afastar do etnocentrismo

Afinal, preferimos viajar de mente e coração abertos rumo ao diferente e ao desconhecido!